Sistemas com IA
O inbound chega no WhatsApp a qualquer hora do dia. O agente conduz a conversa, qualifica, envia o material certo, roteia para o vendedor da região e, no produto de entrada, fecha a venda com link de pagamento.
A conversa
Reprodução do fluxo real, com dados fictícios. Repare no que acontece depois da última mensagem.
Por dentro
O agente roda sobre um modelo de linguagem atrás de webhook assinado, com o comportamento configurado pela interface de administração, não por código. Persona, materiais, modo e limites mudam sem deploy, então quem é dono da mensagem continua sendo dono da mensagem.
Os limites dele são estruturais: botão de desligar por conversa, limite de disparo por número, allowlist, e uma passagem para humano que pausa o agente no instante em que uma pessoa assume. Ele não volta a responder sozinho depois disso.
E a parte que costuma ser esquecida: ele escreve no CRM. A conversa não termina num histórico de chat. Vira lead pontuado, roteado e com tarefa aberta para uma pessoa nomeada.
Uma armadilha que vale registrar
O WhatsApp normaliza telefone. A conversa que você inicia e a conversa onde a resposta cai podem diferir por um dígito, e o agente, cuja memória é indexada nesse identificador, se reapresenta para alguém no meio do atendimento.
A regra que ficou documentada: use sempre o identificador que o provedor resolveu, nunca o que foi digitado por uma pessoa. Esse tipo de detalhe é o que separa um agente que funciona na demonstração de um que funciona em produção.